Tati Aponte

Tati Recomenda: Dicas culturais de novembro

Novembro foi um mês complicado, vi muita coisa e escrevi pouco.

Mas também, no caso do cinema, tivemos nada menos do que 25 novos longas, curtas, animação e documentários sendo lançados!

Animações infantis, filmes para um público mais exigente, comédias para se distrair, documentários intensos chegaram aos cinemas oferecendo entretenimento e informação ao público brasileiro.

De qualquer modo, minha crítica continua sendo a baixa frequência de espectadores em salas de cinema para assistirem nossas produções.

Mas isso é tema para outro post, agora vou falar de qual filme eu mais gostei, ok?

O que a Tati Recomenda?

Cinema: Olhando para as Estrelas

Bom, como disse lá em cima, este mês 25 novos títulos foram lançados.

Humanamente impossível pra eu, sozinha, escrever sobre todos!

E dou minha mão à palmatória, eu escrevi pouco sobre cinema este mês.

Por exemplo, nada falei sobre o documentário Olhando para as Estrelas.

O filme conta a história de Geyza é uma jovem como todas as outras, que batalha para vencer na vida. Professora e dançarina, ela é a primeira bailarina da Associação Fernanda Bianchini, a única escola de balé para cegos do mundo. É lindo, é terno, é delicado…um documentário lindo!

Vou destacar aqui os filmes que vi, se alguém quiser dividir a opinião comigo sobre os filmes que assisti, pode mandar um e-mail:

  • Dona Flor e Seus Dois Maridos de Pedro Vasconcelos – Com Juliana Paes, Leandro Hassum

 

  • Gosto Se Discute de André Pellenz – Com Cássio Gabus Mendes, Kéfera Buchmann

 

Olhando para as Estrelas de Alexandre Peralta

A Filosofia na Alcova de Ivam Cabral, Rodolfo García Vázquez – Com Henrique Mello, Stephane Sousa – este tem resenha aqui no blog! vai lá!

Teatro: Céus

Céus arrebatou meu coração desde o início, desde quando recebi o press release, desde que vi o elenco que estava escalado e desde quando soube do enredo.

A peça conta sobre especialistas que estão em uma espécie de bunker e tentam desvendar um atentado terrorista que ninguém sabe nem quando nem onde vai estourar.

A relação dos jovens com os movimentos terroristas é o fio condutor da peça, que de tão atual até nos deixa um pouco atordoado.

Mas é esta a intenção do autor Wajdi Mouawad, provocar o público e alertar sobre um assunto recente.

Escrevi mais neste post aqui!

Refestelem-se!

Livros: A História de Jô

O livro é enorme, mas não teria como ser diferente por narrar a história de um dos maiores nomes da comunicação brasileira.

Jô Soares é mais que um comunicador, é humorista, ator, escritor, poeta…Um artista completo!

O livro escrito pelo próprio humorista e por Matinas Suzuki Jr. tem uma escrita deliciosa e nos apresenta a vida nada humilde de José Eugenio Soares, nome verdadeiro de Jô.

Ainda estou lendo o livro, que terá um segundo volume lançado mais adiante pela editora Companhia das Letras.

É claro, não seria possível narrar a vida do comediante em, APENAS, 448 páginas.

Assim que eu terminar, escreverei sobre esta leitura que já se apresenta deliciosa.

Na noite do lançamento, a editora me convidou para uma apresentação exclusiva de Jô destinada apenas para convidados e um seleto público.

Estava nas nuvens, ao meu lado estavam Fernanda Montenegro, Cassio Scapin, Pedro Bial, o médio Drauzio Varela, o novelista Silvio de Abreu, diretor Nilton Travessos e a mais fina flor da arte brasileira.

Sobre o Jô

O que me chamou a atenção no livro é a humildade de Jô mesmo tendo nascido em berço de ouro.

Digo isso, pois sei como é muito complicado alguém que tenha uma vida tão nobre, se interesse pelas camadas mais populares.

Além disso, como é raro falar com o povo e reproduzi-lo com tanta fidelidade e respeito nos palcos de teatro.

Jô me encanta! Queria que tivesse mais uns mil Jôs no Brasil

É isso, gente!

Até dezembro!!

Beijos!

 

 

 

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