Tati Aponte

“Emily in Paris” é uma fábula moderna. E quem disse que não vale a pena sonhar?

Mais uma vez Paris é a cidade escolhida para ser o cenário de uma comédia romântica.

Clichê? Muito! História rasa? Bom, um pouco, vai!

Mas foram EXATAMENTE estas singularidades, se compararmos com as outras séries disponíveis na Netflix, que cativaram meu coração e espírito para a série “Emily in Paris”.

A história da menina que sai de Chicago para trabalhar na filial francesa da empresa americana é repleta de otimismo, bom humor, belos figurinos e lindas fotografias que fazem bem a qualquer pessoa que não esteja com o coração amargurado.

EMILY IN PARIS (L to R) LILY COLLINS é EMILY e LUCAS BRAVO é GABRIEL
EMILY IN PARIS Cr. STEPHANIE BRANCHU/NETFLIX © 2020

Àqueles que preferem uma história mais sólida, densa, que tenham personagens dramáticos e com profundos questionamentos: esqueçam! A série não te agradará!

Em “Emily in Paris” os conflitos são todos contornados com uma facilidade digna de contos de fadas, onde surgem “Merlins” provedores, “capas invisíveis” e “coelhos na cartola” que dão um sabor autêntico para uma fábula moderna.

No meu entender esta é a séria que mais se ajusta ao momento que estamos vivendo.

Uma pandemia que nos afastou de amigos, que abalou nossas vidas profissionais, estremeceu nossos amores e nossa relação com familiares, “Emily in Paris” é uma lufada de esperança que aquece nosso coração.

Gostei, recomendo e já quero a segunda temporada!

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